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June 28 Educação e Segurança: porque o futuro está em perigo"A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho". (Lei de Diretrizes e Bases, Artigo 2º).
Neste domingo venho refletir sobre as palavras de um empresário brasileiro que fora entrevistado no Programa Businnes dias desses, Nizan Guanaes, o mesmo dissera a seguinte frase ao entrevistado João Dória Júnior: "... melhor secretário de segurança é o secretário de educação...". Após ouvir estas palavras desde então, venho a perguntar por que os "Governos dos Brasis" até hoje estão inertes a esta realidade. Claro, você pode rebater que nos Governos Fernando Henrique e Lula, surgiram programas sociais revolucionários, como o Bolsa Escola, o ProUni, entre outros, e esses ainda estão germinando, portanto só veremos seus resultados nas próximas décadas. Porém, você e eu sabemos, que a educação no Brasil vai mal, prefeitos, governadores e a União, fazem vista grossa com a real situação, e atualmente resumem o processo avaliativo a um emaranhado de números produzidos por provas direcionadas ao ensino médio e superior, como ENEM e ENAD, ou ao número de matrículas ou aprovações e reprovações anuais, meras estat'sticas sem sentido. Pois bem, se é assim, professores de todos os níveis e esferas públicas se dizem obrigados a aprovarem diariamente alunos incapacitados, escolas públicas que mais parecem estábulos se amontoam por aí, faltam cadeiras, área de recreação e esportes, e a merenda escolar é de má qualidade. A educação é moeda de troca em favores políticos em tempo de eleição, contratam professorinhas bonitinhas ou finlhas de compadres políticos, alugam ônibus e caminhonetes depreciados para transporte escolar de má qualidade, alugam prédios com estrutura comprometida ou inagequadas ao ensino, terceirizam a merenda escolar, e superfaturam contratos. Na época da informação e tecnologia, faltam computadores e cursos técnicos das engenharias de construção, mecância e eletrônica, o que faz de nossos alunos egressos excluídos digitais, um termo leve frente a real exclusão social. Ora, é neste país que nosso exuberante líder maior da gestão pública, O Cara (segundo Obama - Presidente Americano), empresta ao Fundo Monetário Internacional (FMI) 40 vezes mais o que gasta com educação, e diz a imprensa que isso é soberania. Soberania é educar gente pra cuidar de gente, é formar homens capazes de transformar o futuro, é capacitar pessoas a construir lares, é resgatar seres humanos à margem da sociedade, é permitir que cidadão de todas as classes e credos possam andar livremente nas ruas sem ter medo de balas perdidas, é impedir que jovens e crianças adentrem o mundo das drogas, é que valentes tornem-se campeões de olimpíadas de matemática e física, é fazer covardes medrosos homens inovadores e grandes empresários. Essa é a soberania Presidente e políticos do meu Brasil. Abandonem as falsas estatíticas, façam do país do futebol, o país da educação. Vamos traçar um plano de governo anti-partidário e pró-sociedade, vamos as trincheiras dos debates formar professores capazes, escolas integrais por todo o país, laboratórios de ciência e informática (não pra visitar sites de relacioamento), vamos criar uma rede interagencial de informações da educação com dados sobre o desempenho de alunos, professores e escolas, vam0s premiar alunos e famílias que se destaquem com bolsas integrais em grandes escolas de ensino médio e superior, vamos criar o Salário-Educação onde alunos com conceito acima de 8o% de aproveitamento garantam um redimento pra sua família, vamos mostrar para os brasileiros e para o mundo que o Brasil pode sim ter campeões de cérebros e de pernas, porque o país dos talentos é aqui, e nosso futuro já começou.
Pra finalizar fica uma frase do maior filósofo, cientista político e professor de todos os tempos da América Latina, Paulo Freire:
" Ninguém é sujeito da autonomia de ninguém, ..., quando vivemos a autencidade exigida pela prática de ensinar-aprender participamos de uma experiência total, diretica, política, ideológica, gnesiológica, pedagógica, estérica e ética, em que a boniteza deve-se achar-se de mãos dadas com a decência e a seriedade. (Paulo Freire, 1996)" TrackbacksThe trackback URL for this entry is: http://drgilmarbarros.spaces.live.com/blog/cns!FD48B637E09EA8AF!231.trak Weblogs that reference this entry
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